


O embaixador moçambicano foi recebido pelo diretor regional do Senac Minas, Sebastião Antonio dos Reis e Silva, acompanhado de outros profissionais da instituição, além do presidente do Conselho Regional do Senac, Renato Rossi; o consul da Republica de Moçambique em Minas Gerais, Deusdete Januário Gonçalves, e diretores da CCIABM - Camara de Comercio, Industria e Agricultura Brasil Moçambique, sediada em Belo Horizonte.
Foi uma oportunidade para as autoridades conhecerem as instalações do Senac Belo Horizonte e alguns dos principais projetos na área educacional, como a Educação Flexível e o trabalho de desenvolvimento de comunidades realizado pelo Centro de Pesquisa, Planejamento e Desenvolvimento do Senac (Ceplad).
Os visitantes foram convidados para um almoço no Restaurante Escola do Senac BH e, em seguida, viajaram para Tiradentes e Barbacena, onde conheceram o Centro Gastronômico do Senac e se hospedaram no Hotel Senac Grogotó. Lá eles puderam apreciar o trabalho do Senac em um hotel-escola, entendendo o funcionamento e a estrutura deste segmento de Hotelaria e Turismo.
O embaixador de Moçambique no Brasil destacou a força do Senac Minas na educação profissional e já sinalizou perspectivas para a concretização de projetos em parceria. “Estivemos aqui para saber o que o Senac poderá realizar em Moçambique. Assim, será possível levar essa experiência na área gastronômica, por exemplo, e aproveitar a diversidade cultural do Brasil para aprimorar a gastronomia e os serviços em nosso país”, afirma Murade Murargy.
Para o diretor regional do Senac Minas, Sebastião Antônio dos Reis e Silva, é importante a aproximação com a embaixada e a troca de conhecimentos entre os países. “O Senac Minas pôde apresentar todo o seu know-how em educação profissional e as autoridades de Moçambique acompanharam, na prática, o que a instituição pode oferecer e concretizar para o desenvolvimento das áreas de Comércio, Serviços e Turismo”, destaca. “Estamos animados e focados no trabalho em conjunto com esse país irmão para disseminar a educação profissional também em nível internacional”, conclui.

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